Inmet aponta risco de granizo e ventos de até 70 km/h nesta terça-feira, com mudança no tempo avançando para o Sudeste ao longo do dia.
A formação de um novo ciclone extratropical na costa da região Sul mantém o Paraná em alerta amarelo para tempestades nesta terça-feira, 1º de setembro. Segundo o Bem Paraná, com base em aviso emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), há risco de temporais com granizo e ventos que podem chegar a 70 km/h em áreas do estado.
De acordo com o Inmet, os maiores riscos nesta terça estão no extremo norte, no litoral e no leste paranaense. A mudança nas condições do tempo começa a ser percebida ao longo do dia, com previsão de pancadas de chuva em diferentes regiões do Paraná, algumas delas acompanhadas de trovoadas.
Ainda conforme a previsão informada, essas instabilidades devem avançar em direção ao Sudeste durante o decorrer desta terça-feira. O aviso do instituto foi emitido na segunda-feira, 31 de agosto, e trata das mudanças previstas para o início de setembro em parte das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
Como o tempo muda
A influência do ciclone extratropical sobre o tempo começa nesta terça, com aumento da chuva em parte do Sul do país. No caso do Paraná, a previsão indica pancadas de chuva e possibilidade de trovoadas, dentro do quadro de instabilidade apontado pelo Inmet.
Para a quarta-feira, 2 de setembro, a previsão é de intensificação do frio na região Sul. Em Curitiba, a temperatura mínima pode chegar a 6°C, com máxima prevista de até 19°C.
Alerta no início de setembro
O texto da previsão também cita um começo de setembro marcado por alerta de geada, chuva acima da média e possibilidade de temperatura de -1°C. No entanto, o recorte detalhado para o Paraná divulgado no material destaca, nesta terça-feira, o alerta amarelo para tempestades e, no dia seguinte, a entrada de ar mais frio sobre o Sul.
Com isso, o estado atravessa a virada do mês sob aviso de instabilidade e com previsão de queda nas temperaturas na quarta-feira. As áreas de maior atenção, segundo o Inmet, seguem concentradas no extremo norte, no litoral e no leste paranaense.
Com informações do Bem Paraná