VÍDEO: Técnica de Enfermagem é estuprada durante descanso em hospital

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Uma técnica de enfermagem foi estuprada durante o horário de descanso no hospital onde trabalha, no Maranhão, na madrugada do último domingo (10). O acusado de praticar o crime é um médico da própria unidade de saúde e capitão da Polícia Militar, identificado como Allan Xavier Dias.

Segundo a Polícia Civil, a vítima estava dormindo no plantão e acordou com o médico já sem roupas, em cima dela. Exames a que a mulher foi submetida posteriormente comprovaram a consumação do estupro.

A delegada Kazumi Tanaka, coordenadora das Delegacias da Mulher no Maranhão, explicou ao Primeiro Impacto ainda que, após o crime, a técnica de enfermagem saiu aos prantos do hospital, sem que o suspeito a impedisse, e comunicou o ocorrido primeiro para a família.

Uma técnica de enfermagem foi estuprada durante o horário de descanso no hospital onde trabalha, no Maranhão, na madrugada do último domingo (10). O acusado de praticar o crime é um médico da própria unidade de saúde e capitão da Polícia Militar, identificado como Allan Xavier Dias.

Segundo a Polícia Civil, a vítima estava dormindo no plantão e acordou com o médico já sem roupas, em cima dela. Exames a que a mulher foi submetida posteriormente comprovaram a consumação do estupro.

A delegada Kazumi Tanaka, coordenadora das Delegacias da Mulher no Maranhão, explicou ao Primeiro Impacto ainda que, após o crime, a técnica de enfermagem saiu aos prantos do hospital, sem que o suspeito a impedisse, e comunicou o ocorrido primeiro para a família.

Além disso, a mulher e o médico nunca haviam feito plantão juntos até aquele momento, e o homem resolveu descansar no mesmo local que a vítima apesar de ter o seu próprio. “Foi uma situação que realmente pegou ela de surpresa”, concluiu a policial.

Após o registro de um boletim de ocorrência sobre o caso, a delegada responsável ouviu testemunhas também e chegou à conclusão de que Allan Xavier era realmente culpado. Ele foi preso em flagrante, mas após a audiência de custódia, que aconteceu menos de 24 horas depois, a Justiça permitiu que o homem aguardasse o processo em liberdade.

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) disse que já afastou o médico e que está prestando toda a assistência à vítima. Já a Polícia Militar afirmou que todas medidas legais foram tomadas e que não compactua com esse tipo de prática criminosa.

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