Polícia Civil do Paraná indiciou cinco suspeitos pelo assassinato de Hugo Gabriel Moll e pela tentativa de homicídio contra João Victor Pereira.
A investigação sobre a morte do empresário Hugo Gabriel Moll chegou a uma nova etapa em Ponta Grossa. Segundo o TNOnline, a Polícia Civil do Paraná concluiu o inquérito, indiciou cinco suspeitos e o Ministério Público formalizou a denúncia contra o grupo em 14 de outubro.
Os crimes ocorreram em 19 de junho de 2026, dentro de uma barbearia no município. Além da morte de Hugo, o caso também inclui a tentativa de homicídio contra João Victor Pereira.
De acordo com as autoridades, ficou comprovado durante a apuração que Hugo Gabriel Moll não era o alvo do atentado. A conclusão da polícia é que ele foi morto por engano e que o ataque era dirigido a um desafeto dos criminosos, que havia passado pelo estabelecimento e saído minutos antes dos disparos.
O que a investigação reuniu
O inquérito foi conduzido pela 13ª Subdivisão Policial e, conforme a Polícia Civil, foi finalizado na última semana. A partir dos elementos reunidos na apuração, os investigadores identificaram todos os envolvidos na ação.
Ainda segundo as autoridades, o grupo tinha funções divididas para a execução do crime e para a fuga. Entre os participantes apontados pela polícia estão mandantes e articuladores, o atirador, o responsável por conduzir a motocicleta usada na saída do local e os suspeitos de dar abrigo ao executor e esconder a arma de fogo após o ataque.
A Polícia Civil também apontou que a ação havia sido planejada antecipadamente. Esse conjunto de informações embasou os indiciamentos encaminhados ao Ministério Público.
Próximo passo do caso
Com a denúncia já apresentada pelo Ministério Público, o caso agora segue para análise do Poder Judiciário. Essa etapa vai definir se o documento será aceito pela Justiça.
Se a denúncia for recebida, os acusados passam à condição de réus e responderão formalmente pelos crimes no processo. O avanço do caso marca a conclusão da fase de investigação e abre o caminho para a tramitação judicial do episódio registrado em junho de 2026, em Ponta Grossa.
Com informações do TNOnline
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