Economia de anos em moedas: borracheiro compra Hilux de R$ 110 mil no Ceará

Em Quixeramobim, uma revendedora precisou recorrer ao banco para concluir a contagem de moedas usadas na compra de uma Hilux de R$ 110 mil.

Economia de anos em moedas: borracheiro compra Hilux de R$ 110 mil no Ceará
Economia de anos em moedas: borracheiro compra Hilux de R$ 110 mil no Ceará

Negócio de R$ 110 mil em Quixeramobim teve veículo na entrada e parte restante paga com moedas de R$ 1 guardadas por anos.

Uma revendedora de veículos de Quixeramobim, no interior do Ceará, precisou levar ao banco sacos e um garrafão cheios de moedas para concluir o pagamento de uma caminhonete Hilux. Segundo o TNOnline, a compra foi fechada no sábado (17) por R$ 110 mil, com um veículo dado na entrada e parte do restante quitada em moedas de R$ 1.

O valor exato pago em moedas não foi informado. De acordo com a revendedora, a quantia foi preservada por questão de segurança e para manter a identidade do comprador, que trabalha como borracheiro.

A contagem começou no próprio estabelecimento, sob responsabilidade do empresário Rafael Fernandes e da equipe. Eles passaram oito horas tentando somar o montante manualmente, mas não conseguiram terminar o processo na loja.

Com isso, o material foi levado a uma agência bancária, onde a conferência pôde ser finalizada. Um vídeo que mostra o momento da entrega do pagamento no estabelecimento foi publicado nas redes sociais e ultrapassou 1 milhão de visualizações.

Como a negociação foi fechada

Além das moedas, o comprador entregou um veículo como parte da negociação. As economias, segundo o relato, haviam sido guardadas ao longo de vários anos até serem usadas na compra da caminhonete.

Fernandes atua há dez anos na venda de veículos automotores e afirmou que nunca havia passado por uma situação semelhante. O empresário também relatou que foi avisado pelo cliente, durante as tratativas, de que parte do pagamento seria feita em moedas.

Mesmo sem acreditar de início que o negócio seria concluído dessa forma, ele decidiu aceitar a proposta para não perder a venda. Ainda segundo o relato, a própria trajetória familiar pesou nessa decisão: Fernandes destacou sua origem humilde, como filho de taxista e de sacoleira, ao explicar por que quis respeitar o esforço feito pelo comprador para juntar o dinheiro.

Repercussão nas redes

A gravação da entrega ajudou a dar visibilidade ao caso fora de Quixeramobim. O vídeo circulou nas redes sociais e rapidamente alcançou mais de 1 milhão de visualizações.

O episódio chamou atenção pelo volume de moedas envolvido e pela necessidade de recorrer a uma agência bancária para concluir a contagem do pagamento.

Com informações do TNOnline

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